segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Papa pede a fieis que transformem corações


Cidade do Vaticano – O papa Francisco disse nesse domingo (3) no Vaticano que a ação de Deus no coração das pessoas pode libertá-las do "egoísmo" e abri-las à misericórdia divina, independentemente da sua "condição social".
“Ele (Deus) pode mudar-nos, pode transformar o nosso coração de pedra em coração de carne, pode libertar-nos do egoísmo e fazer da nossa vida um dom de amor”, declarou, perante dezenas de milhares de pessoas reunidas na praça de São Pedro, para a reza da oração mariana do Ângelus.
O papa destacou que não há "pecado ou crime de qualquer tipo que possa eliminar da memória e do coração de Deus qualquer dos seus filhos". “Jesus é misericordioso e nunca se cansa de perdoar, lembrai-vos bem disso”, acrescentou.
Francisco apresentou Deus como um pai que está "à espera de ver renascer no coração de cada pessoa o desejo do “egresso a casa, colocando-se ao lado de todos com o seu perdão que torna mais leve o caminho da conversão e da volta”.
“Irmãos e irmãs, deixemo-nos também nós chamar pelo nome, por Jesus. No fundo do coração, ouçamos a sua voz que diz: ´Hoje tenho de ficar na tua casa´, isto é, na tua vida", observou.
A reflexão partiu do texto evangélico, do 31º domingo do Tempo Comum, que apresenta Jesus, no seu caminho rumo a Jerusalém, na cidade de Jericó, onde se encontra com Zaqueu, um homem "desprezado e excomungado por ser amigo dos odiados ocupadores romanos, ladrão e explorador".

 "Aquele homem, pequeno em estatura, rejeitado por todos e distante de Jesus, está como que perdido no anonimato, mas Jesus chama-o e esse nome tem um significado pleno de alusões: ´Zaqueu´, de fato, quer dizer ´Deus recorda´", precisou. Após a oração, o papa saudou os presentes e deixou os habituais votos de "bom domingo e bom almoço".

Uma Igreja que se mobiliza para atingir toda a sociedade

Por Padre Inácio Medeiros

Em fins do século XIX e começo do século XX a Igreja no Brasil já demonstrava algumas características próprias que seriam desenvolvidas nas etapas posteriores de sua caminhada histórica, e também algumas tendências estavam se revelando.

Tendências e traços característicos

No Brasil, tínhamos um catolicismo em estado de defesa, vendo no poder civil um rival da instituição. A liberdade de culto acertada com a República foi também vista como ameaça à Igreja e os protestantes foram também vistos como concorrentes. Por isso, a pregação ganhou um forte caráter de apologia.

Outra tendência era a romanização progressiva e a presença das decisões da cúria romana na administração, supervalorizando o jurídico e tirando a possibilidade de muitas inovações. Por fim, veio a europeização, com as levas de padres e religiosos que chegavam ao Brasil. Neste tempo ainda não se buscava a inculturação como nos dias de hoje. Cada grupo mantinha em parte os seus costumes e tradições.

Apesar de certos defeitos e tensões, grandes figuras iriam se destacar no cenário da Igreja do Brasil para mobilizar as forças católicas.

Novas estruturas de Igreja, como as dioceses estavam sendo criadas, obras de caridade desenvolvidas, novas associações foram aparecendo ao lado daquelas tradicionais. Mas a Igreja ainda se encontrava muito distante do povo. Novas congregações religiosas chegavam da Europa e novas formas de devoção iam sendo introduzidas, com uma liturgia pouco espontânea.

Por influência de Roma, o legalismo foi tomando conta e muitas vezes o jurídico e o canônico falava mais alto.

Outra dificuldade do início do século XX era o fato da Igreja não ter ainda conquistado as elites. Por causa disso, a laicização avançava cada vez mais. A Igreja se encontrava bem distante da ordem temporal e muitas vezes os males eram atribuídos ao ateísmo. Dele vinha a desorganização moral e a corrupção.

A sacralização da ordem temporal

Naquele tempo, através da palavra do episcopado, de seus documentos e da orientação recebida de Roma, a missão da Igreja devia ser a de sacralizar a ordem temporal. Pelo confessionário, pela pregação e pelo ensino da doutrina cristã a Igreja cumpria o ministério da palavra. E este deveria vir acompanhado do incentivo às obras de misericórdia e beneficência. Só um pouco mais tarde viria o incentivo a uma ação social mais realista.

Mesmo a ação católica, que tanto bem realizou enquanto existiu, tinha esta função. Seu lema era: restaurar tudo em Cristo. Por restauração se entendia a restauração moral e religiosa e a vitória da religiosidade sobre a secularização. Muito do que se entendia por ateísmo era simplesmente a dessacralização das instituições. Por isso mesmo, o casamento civil instituído no Brasil custou a ser aceito pela Igreja e pelo povo, coisa que ainda hoje acontece. Também motivada na necessidade de sacralizar a ordem temporal a Igreja defendia a todo custo a continuação da educação religiosa nas escolas.

Através dos intelectuais católicos a Igreja tentava mobilizar a elite pensante da época. Por isso a pergunta central era esta: Como deveria ser a vida do cristão, segundo o pensamento desta época?

O cristão deveria frequentar constantemente os sacramentos (confissão e comunhão) deveria testemunhar a fé em todos os momentos e onde quer que estivesse, devia obedecer aos mandamentos da lei de Deus e da Igreja.

A cruzada que havia entrado no Brasil com os portugueses agora se repetia para ver acontecer um Brasil católico.

A vida moral e a prática sacramental se associaram como expressão de uma religiosidade autêntica e pura. Para que isto pudesse acontecer a pessoa deveria deixar de lado o respeito humano e exteriorizar a sua convicção religiosa. Deveria buscar a instrução religiosa, conhecendo as verdades da fé. Só assim seriam superados o fanatismo, a superstição e toda a forma de ignorância religiosa. O cristão deveria ter uma vida devota e cultivar o lado espiritual.

A República se instalou no Brasil, superou a instabilidade e a insegurança inicial e se organizou. Enquanto isso, a Igreja passava por um processo de revitalização, movida pelos ideais do Ultramontanismo e também se firmou. Veio depois o período em que precisou aprender a conviver com a liberdade proporcionada pela separação entre Igreja e o Estado, mas estava afastada do povo, fechada em si mesma, mais preocupada com as questões internas e com a vida espiritual. Por causa disto, perdeu também o acesso às forças intelectuais e elites deste tempo. Era preciso agora recuperar o tempo perdido e mobilizar novamente as forças católicas.

Esforço de mobilização católico

A ação e o esforço de mobilização da Igreja haviam começado com a organização da ação católica. Isto se deve muito ao esforço de Dom Sebastião Leme, arcebispo primeiro de Olinda e depois do Rio de Janeiro.

Deve-se também a ele a organização dos pensadores católicos, pois os intelectuais deveriam estar na vanguarda do cristianismo. Seria ele a iniciar a PUC, Pontifícia Universidade Católica do Rio e a participação de pensadores católicos no processo de reflexão deste tempo.

A década de vinte, com a Semana de Arte Moderna, marcaria no Brasil uma fase de nacionalismo em todos os campos da arte. Os pensadores católicos estavam também participando desta ação e sua ação se devia muito ao surgimento do período chamado de ″A Ordem“ e a liderança de Jackson de Figueiredo.

Preocupações da Igreja

Como preocupação maior da Igreja na primeira metade do século XX tínhamos a sacralização da ordem temporal, as obras dos pensadores católicos e o sobrenatural. Seus expoentes diziam não ser possível chegar à verdadeira civilização sem a fé e sem a participação da Igreja. Dos pensadores católicos haveria de surgir outra corrente, liderada por Alceu Amoroso Lima, que se deixaria levar pelo integralismo e pelo caráter defensivo do catolicismo.

Um grupo de intelectuais e pensadores cristãos tempos depois fundaram o Centro Dom Vital para congregar os pensadores e isso marcou o país até o advento do Concilio Vaticano II.

Dentro da concepção de ação da Igreja para esta época, coloca-se a ação social, corrigindo os desvios sofridos pela história humana, com uma sequência enorme de males provocados por esta divisão entre o espírito e a terra.

Com todo o esforço de mobilização das forças católicas, a Igreja buscou sua influência no social, abrindo-se à problemática socioeconômica, política e cultural. As grandes personalidades da Igreja que foram surgindo neste tempo levariam a Igreja a reassumir seu papel diante da sociedade brasileira.
A12, 31-10-2013.

Afinal, o que é a felicidade?


Jesus desafia as pessoas para serem felizes de outro modo, na consecução do grande tesouro na vida.


Doutores da alegria alegram paciente: Jesus mostra que há mais felicidade em servir do que em ser serviço. (Foto: Reprodução)
Por Dom José Alberto Moura*
O que é a felicidade? Muitas respostas se dão, como a de se sentir bem, ter saúde, dinheiro, sucesso nos negócios, família boa, prazeres, bem estar físico, mental, psicológico e espiritual... Há quem prefira até se sacrificar em busca de valores mais elevados na vida, como a realização de um projeto de vida para melhor usar os talentos para o bem da sociedade... Há políticos que dizem ser tais para servirem... Há quem prefira o encargo para tirar vantagens, até de modo antiético e imoral... Para alguns, a finalidade de se projetarem justifica os meios do roubo e do engano ao próximo e à sociedade. Qual felicidade se busca?

Jesus desafia as pessoas para serem felizes de outro modo, na consecução do grande tesouro na vida, que não se baseia no transitório buscado como finalidade. Seu caminho é mais estreito. O único que leva ao tesouro absoluto, onde a traça não come nem a ferrugem destrói. É lógica e necessária a busca do bem estar procurado dentro dos parâmetros da dignidade da vida, da justiça, da ética e da lei de Deus. Os ídolos assumidos como deuses não levam à felicidade consistente e perpétua. O próprio Jesus fala da relatividade do ter, do poder e do prazer. Mesmo se a pessoa ganhar o mundo todo e não ganhar a felicidade imorredoura, vai adiantar pouco. Perguntado por que possuir 20 fazendas, a pessoa respondeu que era para mostrar sua vantagem em relação a seus colegas, mostrando  que tinha mais do que eles. Tais propriedades eram improdutivas e não serviam as comunidades. Só o orgulho e a ambição não fazem a pessoa ser feliz de verdade!

As bem-aventuranças mostram o programa de vida feliz, apresentadas por Jesus. Os pobres em espírito são os que até podem usar das coisas materiais, mas sem apego. São pessoas que se esvaziam do egoísmo e se enchem do amor de Deus para usar tudo como meio de serviço ao próximo. Os aflitos se ocupam com a superação dos males do semelhante e não se acomodam em seu bem estar pessoal. Os que exercem a mansidão têm atitude de ponderação e confiança em Deus, para se colocarem disponíveis, na utilização de seus talentos, ajudando o próximo. Quem tem fome e sede de justiça  une-se a pessoas e causas comuns para ajudarem na erradicação das fontes de injustiças na sociedade. Misericordioso é quem tem atitude de Cristo, mostrando ter coração e compaixão para com as pessoas falhas e sofredoras.  Quem tem retidão de intenções sabe agir com a prática da ética e da valorização da verdade e do bem. A pessoa que é do bem olha e promove o entendimento, assim como o diálogo e o apaziguamento dos conflitos, para o exercício da caridade. Quem é perseguido por causa da justiça tem a consciência tranqüila e sabe superar o rancor e a vingança, mostrando a verdade e o bem que procura realizar. Todo o sofrimento e incompreensão havidos por causa da coerência  e da fé em Cristo, asseguram  a certeza da retribuição por parte de Deus.

Muitos pensam que a felicidade é ter tudo para si, fechando-se no egoísmo. Jesus mostra que há mais felicidade em servir do que em ser serviço. Embora os filhos das trevas sejam mais espertos em seus negócios do que os filhos da luz, o próprio Filho de Deus nos ensina que, no final, o joio vai ser arrancado e jogado no fogo. O trigo vai ser guardado no celeiro do Reino de Deus.
A12, 03-11-2013.
*Dom José Alberto Moura é arcebispo metropolitano de Montes Claros e presidente do Regional Leste 2 da CNBB.

Evangelho do dia

Ano C - 04 de novembro de 2013

Lucas 14,12-14

Aleluia, aleluia, aleluia.
Se guardais minha palavra, diz Jesus, realmente vós sereis os meus discípulos (Jo 8,31s). 

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas.
14 12 Jesus dizia ao chefe dos fariseus que o tinha convidado: “Quando deres alguma ceia, não convides os teus amigos, nem teus irmãos, nem os parentes, nem os vizinhos ricos. Porque, por sua vez, eles te convidarão e assim te retribuirão.
13 Mas, quando deres uma ceia, convida os pobres, os aleijados, os coxos e os cegos.
14 Serás feliz porque eles não têm com que te retribuir, mas ser-te-á retribuído na ressurreição dos justos”.
Palavra da Salvação.

Comentário do Evangelho
UM ENSINAMENTO EXTRAVAGANTE? 
Jesus fez um esforço formidável para colocar no coração de seus discípulos um amor entranhado pelos pobres e marginalizados. Ele bem conhecia o valor salvífico do bem feito aos excluídos, e o quanto agradam ao Pai os gestos de bondade em relação aos necessitados.
O ensinamento a respeito de quem deve ser convidado para um almoço ou jantar tem esta finalidade. Por isso, pode parecer um tanto extravagante. Nada de chamar amigos, irmãos, parentes e vizinhos ricos, quando se oferece um almoço ou jantar. O Mestre aconselha a convidar os aleijados, os coxos, os cegos, que não têm como retribuir.
Jesus opôs-se à tendência humana natural de estreitar as relações com as pessoas às quais queremos bem, e cuja convivência nos é agradável. Ao invés disso, ensinou a escolher os mais carentes de afeto e atenção.
É importante atentar para os motivos sadios que nos devem levar a convidar os pobres para uma ceia familiar. Existem motivos fúteis, como ganhar o prestígio de pessoa caridosa e fazer demagogia barata. Convidar os pobres significa comungar com sua causa, tornar-se solidário com eles, a ponto de tudo fazer para que sua dignidade seja respeitada. Quem age com esta intenção, participará da ressurreição dos justos.

Oração 
Espírito que nos leva a optar pelos pobres, sintoniza-me com os ensinamentos de Jesus, de maneira que os pobres e excluídos ocupem um espaço importante em minha vida.

(O comentário do Evangelho é feito pelo Pe. Jaldemir Vitório – Jesuíta, Doutor em Exegese Bíblica, Professor da FAJE – e disponibilizado neste Portal a cada mês)
Leitura
Romanos 11,29-36
Leitura da carta de são Paulo aos Romanos.
11 29 Pois os dons e o chamado de Deus são irrevogáveis.
30 Assim como vós antes fostes desobedientes a Deus, e agora obtivestes misericórdia com a desobediência deles,
31 assim eles são incrédulos agora, em conseqüência da misericórdia feita a vós, para que eles também mais tarde alcancem, por sua vez, a misericórdia.
32 Deus encerrou a todos esses homens na desobediência para usar com todos de misericórdia.
33 Ó abismo de riqueza, de sabedoria e de ciência em Deus! Quão impenetráveis são os seus juízos e inexploráveis os seus caminhos!
34 Quem pode compreender o pensamento do Senhor? Quem jamais foi o seu conselheiro?
35 Quem lhe deu primeiro, para que lhe seja retribuído?
36 Dele, por ele e para ele são todas as coisas. A ele a glória por toda a eternidade! Amém.
Palavra do Senhor.
Salmo 68/69
Respondei-me, ó Senhor, pelo vosso imenso amor!

Pobre de mim, sou infeliz e sofredor!
Que vosso auxílio me levante, Senhor Deus!
Cantando, eu louvarei o vosso nome
e, agradecido, exultarei de alegria!

Humildes, vede isto e alegrai-vos: o vosso coração reviverá
se procurardes o Senhor continuamente!
Pois nosso Deus atende à prece dos seus pobres
e não despreza o clamor de seus cativos.

Sim, Deus virá e salvará Jerusalém,
reconstruindo as cidades de Judá,
onde os pobres morarão, sendo seus donos.
A descendência de seus servos há de herdá-las,
e os que amam o santo nome do Senhor
dentro delas fixarão sua morada!
Oração
Conservai, Ó Deus, no vosso povo o espírito que animava são Carlos Borromeu, para que a vossa Igreja, continuamente renovada e sempre fiel ao evangelho, possa mostrar ao mundo a verdadeira face do Cristo. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Horários da Missa

A Paróquia Nossa Senhora das Candeias informa que a Missa de Finados será às 09 horas (Sábado 02/11)

PROCLAMAS MATRIMONIAIS



PARÓQUIA NOSSA SENHORA DAS CANDEIAS
ARQUIDIOCESE DE OLINDA E RECIFE

 

02 e 03 de novembro de 2013


COM O FAVOR DE DEUS E DA SANTA MÃE A IGREJA, QUEREM SE CASAR:



·         RICARDO EUGENIO DE LIMA MOREIRA
E
ANA LUCIA DOS SANTOS FIGUEIREDO


·         ANDERSON CAMPELO DA SILVA
E
LEONIA GOMES DE ASSIS


·         HELANO AUGUSTO DE SIQUEIRA ALVES
E
MICHELLE MELO DE ALMEIDA


·         MAX WALTHER KOEHLER
E
VANESSA PEREIRA DE LIMA KOELHER


·         LEONARDO MENDES DE LIMA
E
RENATA FARIAS LEAL







                       Quem souber algum impedimento que obste à celebração destes casamentos está obrigado em  consciência a declarar.

Hino da CF 2014 está disponível em CD nas livrarias católicas

O CD com o Hino da Campanha da Fraternidade (CF) de 2014 e os cantos para a Quaresma já estão disponíveis nas livrarias católicas de todo país. O hino foi escolhido a partir do concurso e teve a aprovação final dos bispos do Conselho Episcopal Pastoral. 

De acordo com o assessor da Comissão Episcopal para a Litúrgia da CNBB, padre José Carlos Sala, o hino “é indicado especialmente para ser cantado nos momentos de encontros, debates, seminários, palestras e estudos sobre a temática em questão”. A canção traz uma reflexão sobre o tema da CF do próximo ano: “Fraternidade e tráfico humano”.
 
Desde 2006, o CD apresenta o hino da Campanha da Fraternidade e o repertório quaresmal correspondente a liturgia de cada ano. “O álbum está enriquecido com diversas músicas para as celebrações da Quaresma do ano A, que contemplam a espiritualidade e a sacramentalidade própria deste tempo litúrgico”, explica padre Sala.  

“Com este subsídio, as equipes de canto e música poderão escolher o melhor meio para utilizar estas canções, e assim ajudar os fiéis na assimilação dos cantos para melhor celebrar a quaresma”, completa o assessor.