sábado, 7 de fevereiro de 2015

Liturgia Diária

DIA 7 DE FEVEREIRO - SÁBADO

IV SEMANA DO TEMPO COMUM
(VERDE – OFÍCIO DO DIA)

Antífona de entrada:
Salvai-nos, Senhor nosso Deus, reuni vossos filhos dispersos pelo mundo, para que celebremos o vosso santo nome e nos gloriemos em vosso louvor (Sl 105,47)
Oração do dia
Concedei-nos, Senhor nosso Deus, adorar-vos de todo o coração e amar todas as pessoas com verdadeira caridade. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.
Leitura (Hebreus 13,15-17.20-21)
Irmãos, 13 15 por ele ofereçamos a Deus sem cessar sacrifícios de louvor, isto é, o fruto dos lábios que celebram o seu nome .
16 Não negligencieis a beneficência e a liberalidade. Estes são sacrifícios que agradam a Deus!
17 Sede submissos e obedecei aos que vos guiam (pois eles velam por vossas almas e delas devem dar conta). Assim, eles o farão com alegria, e não a gemer, que isto vos seria funesto.
20 E o Deus da paz que, no sangue da eterna aliança, ressuscitou dos mortos o grande pastor das ovelhas, nosso Senhor Jesus, 21 queira dispor-vos ao bem e vos conceder que cumprais,a sua vontade, realizando ele próprio em vós o que é agradável aos seus olhos, por Jesus Cristo, a quem seja dada a glória por toda a eternidade. Amém!
Palavra do Senhor.
Salmo responsorial 22/23
O Senhor é o pastor que me conduz,
não me falta coisa alguma.


O Senhor é o pastor que me conduz;
não me falta coisa alguma.
Pelos prados e campinas verdejantes
ele me leva a descansar.
Para as águas repousantes me encaminha
e restaura as minhas forças.

Ele me guia no caminho mais seguro,
pela honra do seu nome.
Mesmo que eu passe pelo vale tenebroso,
nenhum mal eu temerei.
Estais comigo com bastão e com cajado,
eles me dão a segurança!

Preparais à minha frente uma mesa,
bem à vista do inimigo;
com óleo vós ungis minha cabeça,
e o meu cálice transborda.

Felicidade e todo bem hão de seguir-me
por toda a minha vida;
e, na casa do Senhor, habitarei
pelos tempos infinitos.
Evangelho (Marcos 6,30-34)
Aleluia, aleluia, aleluia.
Minhas ovelhas escutam minha voz, eu as conheço e elas me seguem (Jô 10,27


Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos.
6 30 Os apóstolos voltaram para junto de Jesus e contaram-lhe tudo o que haviam feito e ensinado.
31 Ele disse-lhes: Vinde à parte, para algum lugar deserto, e descansai um pouco. Porque eram muitos os que iam e vinham e nem tinham tempo para comer.
32 Partiram na barca para um lugar solitário, à parte.
33 Mas viram-nos partir. Por isso, muitos deles perceberam para onde iam, e de todas as cidades acorreram a pé para o lugar aonde se dirigiam, e chegaram primeiro que eles.
34 Ao desembarcar, Jesus viu uma grande multidão e compadeceu-se dela, porque era como ovelhas que não têm pastor. E começou a ensinar-lhes muitas coisas.
Palavra da Salvação.
Comentário ao Evangelho
OVELHAS SEM PASTOR 
As multidões não davam sossego a Jesus e aos discípulos. Era-lhes difícil encontrar tempo e lugar para estarem a sós com o Mestre, e descansar das fadigas da missão. Às vezes, nem tinham tempo para comer, tal era o afluxo de gente. Quando sabiam que Jesus estava se dirigindo para algum lugar, corriam para lá, chegando antes dele. Era como se fossem ovelhas em busca de um pastor.
A situação de abandono do povo sensibilizava profundamente Jesus. Daí o extremo interesse com que as pessoas ouviam Jesus falar, e a ânsia de serem beneficiadas por ele. E sempre encontravam acolhida por parte do Mestre.
A atitude de Jesus estava em estreita relação com o serviço ao Reino, para o qual fora enviado. Esse Reino comportava a Boa Nova de libertação para os pobres, e deveria devolver aos seus corações a esperança há muito perdida pelo descaso com que eram tratados. A Jesus competia, por assim dizer, re-humanizá-los, tirando-os da marginalização a que foram relegados, e abrir-lhes uma perspectiva de vida para além de suas dores e sofrimentos.
O Mestre apresentou-se como líder deste grande movimento de recuperação da dignidade humana, dando atenção ao povo sofrido e propondo-lhe o Reino como ideal.

 

Oração 
Espírito de sensibilidade, dá-me um coração que se deixe tocar pelo anseios dos pobres e saiba colocar-se a serviço deles.
 

(O comentário do Evangelho é feito pelo Pe. Jaldemir Vitório – Jesuíta, Doutor em Exegese Bíblica, Professor da FAJE – e disponibilizado neste Portal a cada mês)
Sobre as oferendas
Para vos servir, ó Deus, depositamos nossas oferendas em vosso altar; acolhei-as com bondade, a fim de que se tornem o sacramento da nossa salvação. Por Cristo, nosso Senhor.
Antífona da comunhão:
Mostrai serena a vossa face ao vosso servo e salvai-me pela vossa compaixão! (Sl 30,17s).
Depois da comunhão
Renovados pelo sacramento da nossa redenção, nós vos pedimos, ó Deus, que este alimento da salvação eterna nos faça progredir na verdadeira fé. Por Cristo, nosso Senhor.

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Relíquias de João Paulo I I e João X X I I I na Paróquia de Nossa Senhora das Candeias.


DIA 06 DE FEVEREIRO (SEXTA-FEIRA)

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“A FAMÍLIA CRISTÃ, COMUNIDADE EM DIÁLOGO COM DEUS”

18h – Terço 
18h45 – Vésperas
19h30 – Celebração Eucarística

Pregador: Padre João Carlos Ribeiro
20h30 – Atração Cultural


Confissões

 06/02 – a partir das 18h

Noiteiros: Comissão paroquial de pastoral para Doutrina da Fé; Movimento Mãe Rainha; Comunidade Senhora Rainha e Santa Terezinha; Comunidade Nossa Senhora da Conceição (Dom Hélder) e Matriz Nossa Senhora do Loreto. 

Atração Cultural









Semana da Cidadania








Foram oferecidas ações de saúde, com exames oftalmológicos, de aferição de pressão e glicemia, e serviços de emissão de documentos e de assessoria jurídica. Estão programadas atividades culturais, sociais e de evangelização para crianças.

·         Fundação Altino Ventura - exames oftalmológicos
             02 a 06/02 – 8h às 12h

·         Prefeitura do Jaboatão dos Guararapes – exames médicos (glicemia e pressão), emissão de documentos e assessoria jurídica
06/02 – 8h às 12h

·         Oficinas de Musicalização Infantil
            06/02 – 14h30 às 17h30
            07/02 – 9h às 12h

Abertas as inscrições para a Escola Arquidiocesana Fé e Política Padre Antônio Henrique



Fé e PolíticaEstão abertas as inscrições para a nova turma da Escola Arquidiocesana Fé e Política Padre Antônio Henrique. Os interessados devem procurar, até o dia 13 de março, o gabinete da Comissão de Pastoral para o Serviço da Caridade, Justiça e Paz, na Cúria Metropolitana, bairro das Graças. O investimento é de R$ 150 divididos em três parcelas, a primeira paga no ato da matrícula. O valor inclui material didático, almoço e lanche.
O curso começa no dia 21 de março e segue até o mês de outubro. Os encontros acontecerão no Centro das Comissões Pastorais, ao lado do Palácio dos Manguinhos, nas Graças, sempre em um sábado de cada mês das 8h às 16h. Sendo assim, o curso terá uma carga horária de 56 horas divididas em sete módulos que abordam desde a história dos movimentos sociais à Doutrina Social da Igreja. Ao final do curso será entregue um certificado de conclusão.
A Escola Arquidiocesana Fé e Política Padre Antônio Henrique tem o objetivo de contribuir para a formação cristã no campo da Fé e da Política a partir de uma reflexão teológica, bíblica e ética. Dessa forma, pretende estimular uma visão crítica que ajude na construção de uma sociedade pluriétnica, pluricultural, justa, humana e solidária, em busca da equidade social da justiça e da paz. O público-alvo são os agentes de pastoral engajados nas comunidades e movimentos eclesiais, nas pastorais sociais e militantes cristãos comprometidos na política, nos movimentos populares e em outras organizações da sociedade civil.
Outras informações acerca da Escola Arquidiocesana Fé e Política Padre Antônio Henrique podem ser obtidas na secretaria do curso com Luciana Valença ou Vivian Santana ou pelo telefone (81) 33271-4270. Quem preferir pode entrar em contato pelos e-mails pastoralsocialaor@gmail.com ou capservicodacaridade@aor-pe.org.br.
Da Assessoria de Comunicação AOR

Espiritualidade e sustentabilidade


O olhar contemplativo permite superar a razão instrumental e gananciosa que manipula a terra.
Por Dom Roberto Francisco Ferreria Paz*

Neste ano, a situação em grande parte do país e especialmente no Norte do Rio de Janeiro com a falta de água tem sido dramática, levando a muitas comunidades a rezarem insistentemente pelas chuvas. Essa prática expressa primeiramente a confiança e a fé, no Deus Pai e Providente que governa a criação para o bem de todas as criaturas.

A oração como encontro que visa a comunhão com Deus é intensamente transformadora, tornando-se uma experiência de conversão e de aceitação de um novo olhar e novas práticas de vida. Neste caso da oração de petição pelas chuvas, quem a realiza descobre a visão amorosa do Pai, a respeito da criação. Se abre para a perspectiva de cuidado e compaixão para com todas as criaturas e da responsabilidade para com a vida do planeta.

A pessoa orante entra em profunda comunicação com a teia da vida, percebendo as conexões e o ambiente sagrado que permeia toda a natureza.É capaz de vislumbrar a água, como nossa irmã, como um dom venerável de Deus, que é preciso guardar e administrar com justiça, e sempre em harmonia com o bem comum.

O olhar contemplativo permite superar a razão instrumental e gananciosa que manipula a terra como se fosse apenas mercadoria, destinada a produzir lucros, sem importar-se com a bio-diversidade e a interdependência que abraça a todas as criaturas. A oração sempre será para os cristãos o grito do Espírito Santo que nos faz ver e sentir o sofrimento e os gemidos da humanidade e da própria terra em sua caminhada pela total manifestação do plano de Deus.

A falta de chuvas é um sinal que por um lado exige de nós novas atitudes que se traduzam em uma economia sóbria e generosa da água que dispomos para que todos possam também usufrui-la, mas também reclama uma cidadania planetária que regule com justiça o uso das águas, como bem público e direito de todos os seres viventes.

Que o Senhor da Vida, da ternura e da misericórdia nos mande chuvas, e que saibamos como jardineiros da terra e guardiães da criação recebê-las com gratidão e cuidado responsável. Deus seja louvado!
CNBB, 04-02-2015.
*Dom Roberto Francisco Ferreria Paz é bispo de Campos (RJ).