quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Jovens da JMJ terão assistência médica integral



jmj_rio2013Cerca de 500 profissionais, entre médicos, enfermeiros, técnicos e acadêmicos de medicina e enfermagem, são esperados para trabalhar como voluntários na Jornada Mundial da Juventude (JMJ) em julho de 2013. Um núcleo de dez pessoas, coordenado pelo médico e voluntário da saúde na JMJ, Pedro Pimenta de Mello Spinetti, já trabalha para garantir o bem estar de todos os participantes no evento.
Com o aumento das temperaturas e o acúmulo de pessoas em um só local, o risco da proliferação de bactérias e vírus é grande. Pedro explica que além da oração é preciso se preocupar com o estado de saúde dos voluntários e milhões de peregrinos que virão para o Rio de Janeiro.
“Algumas ações estão sendo planejadas desde 2011 para capacitar os voluntários, não só da área da saúde, mas de todas, para garantir um evento sem riscos. Pequenas ações como distribuição de água potável em grande quantidade, lavar as mãos antes de distribuir alimentos, coleta e separação do lixo são atitudes fundamentais para reduzirmos o número de eventos adversos à saúde durante a JMJ”, explica o médico.
O número ideal de médicos e enfermeiros para atuar na saúde, segundo Pedro, seria de 600 voluntários, mas os peregrinos não deixarão de ser atendidos em qualquer emergência: “O Brasil é um dos poucos países do mundo com sistema de saúde com atendimento universal e até mesmo os estrangeiros têm direito a assistência nos Hospitais do SUS. Certamente, durante a JMJ, todo o sistema de saúde da cidade estará de prontidão para receber os peregrinos que dele necessitarem”, finaliza.

Benção Abacial do novo abade do Mosteiro de Olinda será no dia 25 de janeiro



543420_580965058596344_1277250376_n
O Mosteiro São Bento de Olinda, o segundo mais antigo do Brasil, tem novo abade. Trata-se de Dom João Evangelista Kovas, paulista, 37 anos, o então, prior do Mosteiro de São Paulo. Função que exercia desde 2006. O arcebispo de Olinda e Recife e também beneditino, Dom Fernando Saburido, concederá a Bênção Abacial ao abade no dia 25 de janeiro, às 17h, na Basílica do Mosteiro, em Olinda.
Dom João Evangelista
Dom João foi escolhido em eleição realizada no dia 21 de novembro pelos monges do Mosteiro de Olinda após o abade Dom Felipe da Silva ter sido escolhido para o cargo, agora, no Mosteiro de São Bento do Rio de Janeiro.
Dom João Evangelista – “É formado em Filosofia Antiga e Medieval e lecionava as duas matérias na Faculdade de São Bento. Foi prior do Mosteiro de São Paulo, cargo de confiança do abade de um monastério, liderança maior da instituição. Ele chegou ao cargo de prior aos 33 anos, após entrar no Mosteiro de São Bento depois de largar o curso de Medicina em São Paulo.
O novo abade de Olinda, Dom João Evangelista Kovas, nasceu em São Paulo a 15 de fevereiro de 1975, fez profissão monástica no dia 12 de julho de 1997 e foi ordenado sacerdote no dia 13 de junho de 2003, no Mosteiro de São Bento de São Paulo.”
Bênção Abacial de Dom João Evangelista Kovas, OSB
Local:
 Mosteiro São Bento
Rua de São Bento, s/n – Varadouro – Olinda
Dia: 25 de janeiro de 2013
Horário: 17h

Organização “Sacerdotes pela Vida” vence batalha jurídica contra Obama


Nova York, 16 jan (SIR) - A Organização "Priests for Life" (Sacerdotes pela Vida, em tradução livre) foi exonerada de pagar as pesadas multas impostas às organizações que não queriam cumprir com o decreto abortista do governo de Obama.
Com isso, a organização não terá a obrigação de oferecer a seus empregados seguros de saúde com planos que incluem serviços de esterilização anticoncepcionais e remédios abortivos. O presidente e chefe conselheiro da Fundação em Defesa da Liberdade de Consciência, Charles LiMandri explicou que a sentença foi favorável porque a juíza considerou que "Sacerdotes pela Vida" é uma organização religiosa que deveria estar exonerada dessa regra. A ação movida pelos "Sacerdotes pela Vida" iniciou-se em fevereiro de 2012.
Em agosto do mesmo ano o diretor nacional da organização, Padre Frank Pavone declarou que caso não recebessem apoio nos tribunais, eles seguiriam na luta pela exoneração da lei, porque seu grupo pró-vida não pode aceitar uma norma abortista. "Nos mantemos confiantes de que a norma injusta de Obama em algum momento será revogado de maneira permanente e completa", declarou o sacerdote.

Bispos do Haiti pedem apoio internacional "real, sincero e coordenado"


Porto Príncipe, 16 jan (SIR) - A Conferência Episcopal do Haiti pede que o apoio internacional seja "real, sincero e coordenado" e convida a nação a "reagir" ante uma situação "ainda dramática" na qual os avanços são "quase imperceptíveis" mesmo três anos depois do terremoto.
Em uma mensagem com motivo do terceiro aniversário da catástrofe, difundido pelas Pontifícias Obras Missionárias, os bispos asseguram que o povo haitiano ainda "tem muitas razões para estar preocupado" pois "os avanços realizados em termos de conjugar os esforços de todos os haitianos de boa vontade, a melhora das condições de vida da população, especialmente os desfavorecidos, e uma reconstrução autêntica foram tão mínimas que são quase imperceptíveis".
Conforme apontam, os principais setores implicados "tendem a culpar-se uns aos outros pelos problemas do país" e, por isso, os prelados exortam cada um "a assumir sua responsabilidade com um mínimo de consciência e em estrito cumprimento das leis da República". Além disso, insistem às forças da nação a "aferrar-se ao que as possa unir na verdade para que renasça a esperança, dando oportunidade a cada haitiano que sofre de insegurança e de vulnerabilidade" pois, na sua opinião, a "situação de pobreza, de sofrimento e desespero é insustentável".
Os bispos recordam como o terremoto de 12 de janeiro de 2010 causou "um número impressionante de mortos, milhares de órfãos, incapacitados, desabrigados, marginados, deslocados internos, migrantes e refugiados" e provocou que "muitos edifícios e casas em várias cidades tenham sido destruídos ou danificados". "Este desastre pôs à prova as famílias haitianas, as principais instituições do país, os estrangeiros que vivem no Haiti e as estruturas principais de solidariedade e cooperação internacionais.
O povo haitiano assombrou o mundo pela força emblemática da solidariedade nacional, a coragem e a fé inquebrantável em Deus", assinalam.

Cardeal: Quatro milhões de pessoas necessitam ajuda na Síria


Cidade do Vaticano, 16 jan (SIR) - O Presidente do Pontifício Conselho para a Pastoral dos Emigrantes e Itinerantes, Cardeal Antonio Maria Vegliò, referiu-se à dramática situação que está vivendo a Síria e manifestou que isto se nota, entre outros fatores, devido ao aumento do número de pessoas que fogem do país em busca de refúgio.
"Em maio de 2012, os refugiados eram 70.000 e no final do ano, 525.000. Na Síria há 4 milhões de pessoas que necessitam de assistência. As expectativas para o futuro imediato não são positivas", assinalou o Cardeal em uma entrevista ao diário vaticano L’Osservatore Romano. Por ocasião da Jornada Mundial do Migrante que a Igreja celebrou no domingo 13 de janeiro, o Cardeal Vegliò disse que "lamentavelmente, prevê-se que o número de refugiados duplique, e que chegarão ao redor de um milhão a meados deste ano".
"É por isso que as diferentes agencias das Nações Unidas lançaram um chamado para um novo financiamento conjunto de um bilhão de dólares, para cobrir as exigências para o cuidado e o amparo do milhão de refugiados previstos para os próximos seis meses na Síria", indicou. Os países vizinhos, expressou, "ainda demonstram hospitalidade e permitem o acesso aos refugiados sírios ao território, mas os números são imensos. No início deste ano, os dados oficiais indicam 175.000 refugiados no Jordânia, 185.000 no Líbano, 150.000 na Turquia, 70.000 no Iraque e 13.000 no Egito, embora provavelmente os números reais sejam muito mais elevados".
O Cardeal explicou que "o financiamento para os últimos seis meses foi de ao redor do 52 % do dinheiro solicitado. Isto significa que os países europeus devem assumir suas responsabilidades. Eles assinaram a Convenção sobre os refugiados de 1951, que implica o oferecimento de solidariedade e de recursos financeiros, e também a abertura das fronteiras do país a todos os que procurem asilo". Falando em nível geral sobre o tema das migrações, o Cardeal Vegliò disse que "o fechamento das fronteiras não é uma resposta à imigração clandestina, porque favorece o contrabando e o tráfico de pessoas".

Descriminalização do sexo com menores: Arcebispo de Lima pede resgatar a família


Lima, Peru, 16 jan (SIR) - O Arcebispo de Lima e Primaz do Peru, Cardeal Juan Luis Cipriani, somou-se às críticas contra a sentença do Tribunal Constitucional (TC), que despenaliza as relações sexuais entre e com adolescentes e assinalou que a verdadeira solução é resgatar a família, não desmantelá-la.
"Estamos desmantelando a família, a responsabilidade, a fé e a educação religiosa; e estamos favorecendo um comportamento simplesmente espontâneo. Não é tão difícil resolver o problema, mas é preciso aplainar o caminho e o caminho é voltar a nos esforçarmos mais para promover a família", assinalou o prelado durante um programa de rádio.
O Arcebispo disse que os pais devem assumir sua responsabilidade aproximando-se mais aos filhos. Por isso também exortou os empresários a “permitam que os pais dediquem mais tempo ao lar. (...) Porque os pais têm que acompanhar todos os acontecimentos de seus filhos”. "É preciso resgatar a família do porão e promover uma agenda positiva para ver como construímos a sociedade (…). Todos estes problemas nós podemos resolvê-los estudando alternativas para que a família tenha mais protagonismo”, afirmou. O Cardeal também advertiu que na atualidade o dinheiro fica por cima da família e se prioriza o “economicamente rentável”. "Esta inflação de consumo se deu no mundo inteiro e já na Europa falhou e nos Estados Unidos trouxe uma grande crise. A sociedade em que o Estado era protetor deste modo de viver, esse modo de viver economicamente já se quebrou, não é possível mantê-lo. A sociedade de consumo e de bem-estar economicamente não pode ser financiada”, acrescentou.
O Arcebispo recordou que “há tempos a Igreja vem dizendo que este mundo de consumo e de bem-estar está levando a destroçar os valores fundamentais da família, da religião, do pudor, da vida matrimonial e uma série de valores pelo que se vive de uma maneira decente”.

Promotores do aborto inflam cifras


Washington, 16 jan (SIR) - O jornal norte-americano Washington Times advertiu que o Instituto abortista Alan Guttmacher (AGI, por suas siglas em inglês), “inflou” exageradamente os dados estatísticos que mostram o número de abortos nos países em vias de desenvolvimento.
Em um artigo escrito por Janice Shaw Crouse porta-voz do Concerned Women for America, destaca-se que quando se despenalizou o aborto no Distrito Federal do México, o Instituto Guttmacher apresentou no ano 2006 um estudo que assinalava a quantidade de 725 070 a 1 024 424 abortos ilegais. Com a pressão destas cifras no ano 2007 se despenaliza o aborto. No ano 2007 os abortos chegaram a 10 137,  quer dizer, de 70 a 100 vezes menos que a cifra apresentada um ano antes por Guttmacher.
No ano 2009 a cifra real de abortos legais no México D.F. foi de 12 221, entretanto novamente o Instituto batizado em honra a um famoso eugenista, superestimou dez vezes a cifra apresentando um relatório com 122 455 abortos legais. Para Crouse, AGI é o “cérebro” da organização abortista Planned Parenthood, que é um principal impulsor da legalização do aborto no mundo. No ano 2012 cientistas colombianos também afirmaram que AGI inflava as cifras de abortos em seu país: AGI afirmava no 2008 que na Colômbia realizou-se 400 mil abortos mas não pôde justificar como obteve esse número. Os cientistas latino-americanos entre os quais se encontra o chileno Elard Koch, criticaram o estudo difundido pelo instituto abortista e destacou que "toda a estimativa se apoia em números imaginários subjacentes de opiniões", referindo-se aos dados dos abortos na Colômbia. Nos Estados Unidos, AGI tem credibilidade pela exatidão de suas investigações mas agora seu prestígio é questionado, não só pelo excessivo aumento que faz das cifras de abortos na América Latina mas também pelo método de investigação empregado para tal fim.
Em países como Argentina, Brasil, Chile, México, Peru, Guatemala e República Dominicana, a metodologia do AGI é observada com precaução pela inflação das cifras que apresenta sobre o número de abortos. O texto de Crouse mostra ademais cifras recolhidas do AGI e a Organização mundial para a Saúde (OMS), comparadas pelo investigador  William Robert Johnston, quem realiza um trabalho de coleta de dados nos países onde o aborto está legalizado. Johnston estimou o número de abortos no mundo, segundo cifras do AGI e da OMS. De acordo a elas só em 1995 foram realizados 45,6 milhões de abortos, em 2003 se indica que foram 41,6 milhões e 43.8 milhões em 2008, dos quais o investigador somente pôde documentar textualmente 18, 15 e 16 milhões respectivamente. Sem necessidade de inflar as cifras do AGI, que por si só são surpreendentes, Johnston assinala que desde 1922 até o ano 2012 houve 907 milhões de abortos e quase um trilhão de seres humanos que não nasceram, e se calcula que por mês são abortados 1 039 000 bebês em todo o mundo.
O aborto provocado é a eliminação ou assassinato de um ser humano dentro do ventre da mãe. A doutrina católica e a lei natural coincidem em que nunca tem justificativa pois ninguém tem direito a decidir sobre a vida de outra pessoa, menos ainda a dos mais fracos e inocentes; os não-nascidos.