quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

31ª FESTA DE NOSSA SENHORA DAS CANDEIAS



ž                                                                       DIA 05 DE FEVEREIRO (QUINTA-FEIRA)

“A FAMÍLIA CRISTÃ E PAROQUIAL, COMUNIDADE CRENTE E EVANGELIZADORA”

18h – Terço 
18h45 – Vésperas
19h30 – Celebração Eucarística

Pregador: Padre Gerson Aparecido dos Santos
20h30 – Atração Cultural


Noiteiros: Comissão paroquial de pastoral para o Laicato; Pastoral do Batismo; Comunidade Nossa Senhora da Boa Esperança (Curcurana), Casas Geriátricas e Casais Encontristas do ECC.

31ª FESTA DE NOSSA SENHORA DAS CANDEIAS












'Fundamentalismo faz de todos vítimas'


'A violência em nome de Deus jamais pode ser justificada', denuncia cardeal Pietro Paroli.
Membros do grupo Estado Islâmico: 'atos devem ser condenados'.
MONTECARLO, Monaco – "A guerra e a violência na Síria, que envolveram também os países vizinhos, continuam lançando sinais sobre a região do Mediterrâneo, não último através da chegada de refugiados em fuga destes conflitos, mas também de tal maneira que interessam os valores e os princípios sobre os quais são alicerçadas as sociedades que se encontram na região mediterrânea”. Essa é a análise do cardeal Pietro Paroli, secretário de Estado Vaticano, na mensagem escrita para a 9ª sessão da assembleia parlamentar do Mediterrâneo, que acontece no Principado de Mônaco.

"Infelizmente, o ano de 2014 – escreve na mensagem – assistiu ao brutal e malvado fenômeno do extremismo islâmico e do terrorismo atingir os direitos humanos fundamentais: o direito à vida, à liberdade de religião e à liberdade de expressão. Este tipo de fundamentalismo ideológico não conhece limites e faz de todos vítimas, sem distinção de etnia ou de filiação religiosa”, alerta o purpurado, manifestando a preocupação da Santa Sé “pela sobrevivência das minorias cristãs no Médio Oriente porque, junto com outros grupos religiosos, elas enfrentam de maneira desproporcionada os efeito do extremismo islâmico”.

“É triste constatar que a violência em nome de Deus jamais pode ser justificada”, denuncia o cardeal, lembrando que "cada um desses atos deve ser condenado de maneira a não deixar qualquer dúvida”, como pediu o papa aos líderes religiosos, políticos e intelectuais, especialmente muçulmanos.

 
SIR

Evangelho do Dia

Ano B - 05 de fevereiro de 2015

Marcos 6,7-13

Aleluia, aleluia, aleluia.
Convertei-vos e crede no Evangelho, pois o reino de Deus está chegando! (Mc 1,15). 


Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos.
6 7 Então, Jesus chamou os Doze e começou a enviá-los, dois a dois; e deu-lhes poder sobre os espíritos imundos.
8 Ordenou-lhes que não levassem coisa alguma para o caminho, senão somente um bordão; nem pão, nem mochila, nem dinheiro no cinto;
9 como calçado, unicamente sandálias, e que se não revestissem de duas túnicas.
10 E disse-lhes: “Em qualquer casa em que entrardes, ficai nela, até vos retirardes dali.
11 Se em algum lugar não vos receberem nem vos escutarem, saí dali e sacudi o pó dos vossos pés em testemunho contra ele”.
12 Eles partiram e pregaram a penitência.
13 Expeliam numerosos demônios, ungiam com óleo a muitos enfermos e os curavam.
Palavra da Salvação.

Comentário do Evangelho
NUNCA DESANIMAR 
Desde o início, os apóstolos foram alertados para contar com contrariedades, no desenrolar da missão. Esta chamada de atenção foi importante para que não ficassem frustrados diante dos insucessos. Os apóstolos do Reino precisam ser realistas. A missão não está encerrada, só por que alguns se mostram refratários à pregação. A reação do apóstolo deve ser seguir adiante, sem deixar esmorecer seu zelo missionário.
Seria incorreto lançar impropérios contra os que não acolhem o missionário. Seria igualmente incorreto desejar para eles o castigo divino.
Foi o que aconteceu, quando os discípulos pediram que Jesus mandasse fogo do céu para consumir os samaritanos que não lhes deram acolhida. O Mestre, porém, proibiu-lhes todo tipo de represália.
Aconselhava-os, no entanto, a fazer um gesto simbólico, caso não fossem acolhidos: sacudir o pó das sandálias, em sinal de protesto. Era o que os judeus costumavam fazer, quando regressavam à Palestina, depois de terem tido contato com cidades pagãs. Esse gesto continha dois significados possíveis: os que se recusam a acolher os apóstolos assemelham-se aos pagãos, e não pertencem ao verdadeiro Israel; os apóstolos não tem mais responsabilidade quanto ao destino do povo daquelas cidades, cuja poeira não querem levar consigo.
Seguindo em frente, os apóstolos recomeçam a missão, sem nunca desanimar.

 
Leitura
Hebreus 12,18-19.21-24
Leitura da carta aos Hebreus.
12 18 Em verdade, não vos aproximastes de uma montanha palpável, invadida por fogo violento, nuvem, trevas, tempestade, 19 som da trombeta e aquela voz tão terrível que os que a ouviram suplicaram que ela não lhes falasse mais.
21 E tão terrível era o espetáculo, que Moisés exclamou: "Eu tremo de pavor".
22 Vós, ao contrário, vos aproximastes da montanha de Sião, da cidade do Deus vivo, da Jerusalém celestial, das miríades de anjos, 23 da assembléia festiva dos primeiros inscritos no livro dos céus, e de Deus, juiz universal, e das almas dos justos que chegaram à perfeição, 24 enfim, de Jesus, o mediador da Nova Aliança, e do sangue da aspersão, que fala com mais eloqüência que o sangue de Abel.
Palavra do Senhor.
Salmo 47/48
Recordamos, ó Senhor, vossa bondade,
em meio ao vosso templo.


Grande é o Senhor e muito digno de louvores
na cidade onde ele mora;
seu monte santo, esta colina encantadora
é alegria do universo.

Monte Sião, no extremo norte situado,
és a mansão do grande rei!
Deus revelou-se em suas fortes cidadelas
um refúgio poderoso.

Como ouvimos dos antigos, contemplamos:
Deus habita esta cidade,
a cidade do Senhor onipotente,
que ele guarde eternamente!

Recordamos, Senhor Deus, vossa bondade
em meio ao vosso templo;
com vosso nome vai também vosso louvor
aos confins de toda a terra.
Oração
Ó Deus, que santa Águeda, virgem e mártir, agradável ao vosso coração pelo mérito da castidade e pela força no martírio, implore vosso perdão em nosso favor. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

Liturgia Diária

DIA 5 DE FEVEREIRO - QUINTA-FEIRA

SANTA ÁGUEDA
VIRGEM E MÁRTIR 
(VERMELHO, PREFÁCIO COMUM OU DOS SANTOS – OFÍCIO DA MEMÓRIA)

Antífona de entrada:
Esta é uma virgem sábia, do número das prudentes, que foi ao encontro de Cristo, com sua lâmpada acesa.
Oração do dia
Ó Deus, que santa Águeda, virgem e mártir, agradável ao vosso coração pelo mérito da castidade e pela força no martírio, implore vosso perdão em nosso favor. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.
Leitura (Hebreus 12,18-19.21-24)
Leitura da carta aos Hebreus.
12 18 Em verdade, não vos aproximastes de uma montanha palpável, invadida por fogo violento, nuvem, trevas, tempestade, 19 som da trombeta e aquela voz tão terrível que os que a ouviram suplicaram que ela não lhes falasse mais.
21 E tão terrível era o espetáculo, que Moisés exclamou: "Eu tremo de pavor".
22 Vós, ao contrário, vos aproximastes da montanha de Sião, da cidade do Deus vivo, da Jerusalém celestial, das miríades de anjos, 23 da assembléia festiva dos primeiros inscritos no livro dos céus, e de Deus, juiz universal, e das almas dos justos que chegaram à perfeição, 24 enfim, de Jesus, o mediador da Nova Aliança, e do sangue da aspersão, que fala com mais eloqüência que o sangue de Abel.
Palavra do Senhor.
Salmo responsorial 47/48
Recordamos, ó Senhor, vossa bondade,
em meio ao vosso templo.


Grande é o Senhor e muito digno de louvores
na cidade onde ele mora;
seu monte santo, esta colina encantadora
é alegria do universo.

Monte Sião, no extremo norte situado,
és a mansão do grande rei!
Deus revelou-se em suas fortes cidadelas
um refúgio poderoso.

Como ouvimos dos antigos, contemplamos:
Deus habita esta cidade,
a cidade do Senhor onipotente,
que ele guarde eternamente!

Recordamos, Senhor Deus, vossa bondade
em meio ao vosso templo;
com vosso nome vai também vosso louvor
aos confins de toda a terra.
Evangelho (Marcos 6,7-13)
Aleluia, aleluia, aleluia.
Convertei-vos e crede no Evangelho, pois o reino de Deus está chegando! (Mc 1,15). 


Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos.
6 7 Então, Jesus chamou os Doze e começou a enviá-los, dois a dois; e deu-lhes poder sobre os espíritos imundos.
8 Ordenou-lhes que não levassem coisa alguma para o caminho, senão somente um bordão; nem pão, nem mochila, nem dinheiro no cinto;
9 como calçado, unicamente sandálias, e que se não revestissem de duas túnicas.
10 E disse-lhes: “Em qualquer casa em que entrardes, ficai nela, até vos retirardes dali.
11 Se em algum lugar não vos receberem nem vos escutarem, saí dali e sacudi o pó dos vossos pés em testemunho contra ele”.
12 Eles partiram e pregaram a penitência.
13 Expeliam numerosos demônios, ungiam com óleo a muitos enfermos e os curavam.
Palavra da Salvação.
Comentário ao Evangelho
NUNCA DESANIMAR 
Desde o início, os apóstolos foram alertados para contar com contrariedades, no desenrolar da missão. Esta chamada de atenção foi importante para que não ficassem frustrados diante dos insucessos. Os apóstolos do Reino precisam ser realistas. A missão não está encerrada, só por que alguns se mostram refratários à pregação. A reação do apóstolo deve ser seguir adiante, sem deixar esmorecer seu zelo missionário.
Seria incorreto lançar impropérios contra os que não acolhem o missionário. Seria igualmente incorreto desejar para eles o castigo divino.
Foi o que aconteceu, quando os discípulos pediram que Jesus mandasse fogo do céu para consumir os samaritanos que não lhes deram acolhida. O Mestre, porém, proibiu-lhes todo tipo de represália.
Aconselhava-os, no entanto, a fazer um gesto simbólico, caso não fossem acolhidos: sacudir o pó das sandálias, em sinal de protesto. Era o que os judeus costumavam fazer, quando regressavam à Palestina, depois de terem tido contato com cidades pagãs. Esse gesto continha dois significados possíveis: os que se recusam a acolher os apóstolos assemelham-se aos pagãos, e não pertencem ao verdadeiro Israel; os apóstolos não tem mais responsabilidade quanto ao destino do povo daquelas cidades, cuja poeira não querem levar consigo.
Seguindo em frente, os apóstolos recomeçam a missão, sem nunca desanimar.

 

Oração 
Espírito de zelo missionário, ensina-me a superar os desafios da missão, sem deixar-me abater pelos insucessos.

 

(O comentário do Evangelho é feito pelo Pe. Jaldemir Vitório – Jesuíta, Doutor em Exegese Bíblica, Professor da FAJE – e disponibilizado neste Portal a cada mês)
Sobre as oferendas
Ó Deus, ouvi as nossas preces, ao proclamarmos as vossas maravilhas em santa Águeda, e, assim como vos agradou por sua vida, seja de vosso agrado o nosso culto. Por Cristo, nosso Senhor.
Antífona da comunhão:
Eis que vem o esposo; ide ao encontro de Cristo, o Senhor! (Mt 25,6)
Depois da comunhão
Senhor nosso Deus, fortalecidos pela participação nesta eucaristia, fazei que, a exemplo de santa Águeda, nos esforcemos por servir unicamente a vós, trazendo em nosso corpo os sinais dos sofrimentos de Jesus. Por Cristo, nosso Senhor.
Santo do Dia / Comemoração (SANTA ÁGUEDA):
Pouco se sabe sobre a vida de Santa Águeda ou Ágata como também era chamada. Ela era italiana, nasceu por volta do ano 230 na Catânia, pertencia à uma família nobre e rica.

Muito bela, ainda na infância prometeu se manter casta para servir a Deus, na pobreza e humildade. Não quebrar essa promessa lhe custou a vida, porque o governador da Sicília se interessou pela casta jovem e a pediu em casamento. Águeda, recusou o convite, expondo seus motivos religiosos. Enraivecido, o político a enviou ao tribunal que a entregou a uma mulher de má conduta para desviá-la de Deus. Como isso não aconteceu, ela foi entregue aos carrascos para que fosse morta, por ser cristã.

As torturas narradas pelas quais passou a virgem são de arrepiar e estarrecer. Depois de esbofeteada e chicoteada, Águeda foi colocada sobre chapas de cobre em brasa e posteriormente mandada de volta à prisão.

Neste retorno, ela teve a graça de "ver" o Apóstolo São Pedro, o que a revitalizou na fé. Seus carrascos que esperavam vê-la fraquejar em suas convicções se surpreenderam com sua firmeza na fé, por isso a submeteram à outras cruéis torturas, desta vez com o desconjuntamento dos ossos e o dilaceramento dos seios. Foi arrastada por sobre cacos de vidros e carvões em brasa.

Depois de passar por esses tormentos, foi conduzida ao cárcere e ali morreu, enquanto rezava pedindo à Deus para parar a erupção do vulcão Etna, que iniciara bem na hora do seu martírio. Assim que ela expirou o vulcão se aquietou e as lavas cessaram. Até hoje o povo costuma pedir a sua intercessão para protegê-lo contra a lava do vulcão Etna, sempre que este começa a ameaça-los. Santa Águeda é invocada contra os perigos do incêndio.

O martírio de Águeda aconteceu durante o império de Décio, no seu terceiro consulado, no ano de 251. Santa Águeda é uma das santas mais populares da Itália, e uma das mais conhecidas mártires do cristianismo dos primeiros séculos. Apenas Roma chegou a ter doze igrejas dedicadas à ela.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

31ª FESTA DE NOSSA SENHORA DAS CANDEIAS


DIA 04 DE FEVEREIRO (QUARTA-FEIRA)

“A FAMÍLIA, CÉLULA PRIMEIRA E VITAL DA SOCIEDADE”


18h – Terço 
18h45 –Vésperas
19h30 – Celebração Eucarística

Pregador: Frei Damião Silva
20h15 – Adoração ao Santíssimo Sacramento

20h45 – Atração Cultural

Noiteiros: Comissão paroquial de pastoral para Ação Missionária; COMIPA; Terço dos homens; Comunidade Santo Antônio; Comunidade São Sebastião (Jardim Piedade); Comunidade Timóteo.

Imposição do pálio acontecerá nas sedes episcopais


Palio_RV 350x209Os arcebispos metropolitanos nomeados pelo papa Francisco desde última solenidade de São Pedro e São Paulo terão a imposição do pálio em suas arquidioceses de origem das mãos dos núncios apostólicos de cada país. Em entrevista à Rádio Vaticano, o mestre de cerimônias pontifícias, monsenhor Guido Marini, explicou o significado da decisão do bispo de Roma.
A partir deste ano, a peça de lã branca que recorda o símbolo da ovelha sobre os ombros de Jesus, será entregue ao arcebispo pelo papa, no Vaticano e imposta pelo núncio apostólico na sede episcopal, como explica monsenhor Guido Marini. “A partir do próximo 29 de junho, por ocasião da Solenidade dos Santos Pedro e Paulo, os Arcebispos – como de costume – estarão presentes em Roma, concelebrarão com o Santo Padre, participarão do rito da bênção dos pálios, mas não haverá a imposição: simplesmente receberão o pálio do Santo Padre em forma mais simples e privada”, conta.
A imposição do pálio será efetuada depois, nas dioceses a que pertencem os arcebispos na presença dos fiéis e dos bispos das dioceses sufragâneas. “O significado desta alteração é o de colocar em maior evidência a relação dos bispos metropolitas – os novos nomeados – com a sua Igreja local e assim dar também a possibilidade a mais fieis de estarem presentes neste rito tão significativo para eles, e também particularmente aos bispos das dioceses sufragâneas, que deste modo, poderão participar do momento da imposição”, explica o mestre de cerimônias.
Ele considera que será mantido o significado da celebração do dia 29 de junho e que, ao mesmo tempo, acrescenta a “ligação com a Igreja local”.
Arcebispos do Brasil
Desde a última imposição do Pálio – ocorrida na solenidade de São Pedro e São Paulo do ano passado -, foram nomeados no Brasil os arcebispos do Ordinariado Militar, dom Fernando José Monteiro Guimarães; e da arquidiocese de Curitiba (PR), dom José Antônio Peruzzo.
Pálio
O arcebispo de Pelotas (RS) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Animação Bíblico-Catequética da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Jacinto Bergmann, explicou à Rádio Vaticano que o pálio é uma espécie de colarinho de lã branca, com cerca de 5cm de largura e dois apêndices – um na frente e outro nas costas. A peça possui seis cruzes bordadas em lã preta: quatro no colarinho e uma em cada um dos apêndices. É confeccionada pelas monjas beneditinas do Mosteiro de Santa Cecilia, em Roma, utilizando a lã de dois cordeiros que são ofertados ao Papa na solenidade de Santa Inês, no dia 21 de janeiro. Após confeccionados são abençoados pelo bispo de Roma e guardados numa arca junto ao tumulo de São Pedro.
O uso do pálio, que nos primeiros séculos do Cristianismo era exclusivo dos Papas, passou a ser usado pelos Metropolitas a partir do século VI, tradição que perdura até os nossos dias.
Cada Província Eclesiástica é formada por algumas dioceses e uma arquidiocese. À frente dela está o metropolita, que é o arcebispo da diocese-sede. As palavras “arqui” e “arce”, colocadas junto às palavras diocese e bispo, vêm da língua grega, e significam “a primeira”, “o primeiro”. Nesse sentido, recorda-se que ambos devem estar a serviço e promoção da comunhão.
Após ser nomeado, o metropolita deve pedir ao Papa, o pálio, símbolo de seu “poder” (o serviço e promoção da comunhão) na própria Província Eclesiástica e de sua comunhão com a Sé Apostólica. Uma vez recebido, usa-o unicamente dentro das funções litúrgicas, sobre os paramentos pontificais, dentro da Província a que preside, e unicamente nela.
Fonte: CNBB