sexta-feira, 31 de julho de 2015

SOS FAMÍLIA!!!


Publicação alerta para o tráfico de pessoas na Amazônia



Livro_enfrentamento 270x203A realidade preocupante do tráfico de pessoas e exploração sexual na região do Amazonas tem sido enfrentada por ações das congregações religiosas reunidas na Rede Um Grito Pela Vida. A iniciativa mais recente da Rede foi o lançamento da cartilha “O sumiço de Carolina”, publicação destinada às crianças e adolescentes para a conscientização sobre o aliciamento e prevenção contra o tráfico de pessoas e exploração sexual.
O livro é fruto de uma parceria entre a Rede Um Grito Pela Vida e o Núcleo de Estudos de gênero, família, conflitos e sexualidades da Universidade Federal do Amazonas (UFAM).
Durante a preparação do material, tanto o autor da história, o universitário Natã Souza Lima, quanto a Rede, tiveram o cuidado de garantir que o texto fosse de fácil compreensão, especialmente para o público-alvo, vítimas em potencial destas modalidades de crimes, como explicou a articuladora da Rede Um Grito Pela Vida em Manaus, irmã Roselei Bertoldo, religiosa da Congregação das Irmãs do Imaculado Coração de Maria.
Segundo irmã Roselei, “o objetivo principal da Cartilha é a divulgação de informações sobre o tráfico de pessoas e a exploração sexual”. “Buscamos construir uma linguagem adaptada à realidade da região norte do Brasil, onde ocorre grande parte dos casos de tráfico de pessoas, relacionados à exploração sexual de crianças e adolescente”, frisou.
Graças ao financiamento solidário entre congregações religiosas, a Cáritas e algumas paróquias da arquidiocese de Manaus (AM), foi possível a impressão de 20 mil exemplares da obra. “Embora o número de exemplares ainda seja pouco, vamos levar a cartilha para as crianças e adolescentes das escolas públicas e privadas do estado do Amazonas”, disse irmã Roselei.
O “Sumiço de Carolina” foi lançado no sábado, 25, durante o I Seminário Igreja e Sociedade, promovido pela Cáritas arquidiocesana. Na ocasião, o arcebispo metropolitano de Manaus, dom Sérgio Castriani, valorizou a iniciativa da Rede Um Grito Pela Vida como uma “importante ação de proteção, sobretudo diante do alto índice de desaparecimento, tráfico e exploração sexual de crianças e adolescentes na realidade amazônica”.
Nos próximos dias, a versão digital da cartilha estará disponível no blog da Rede Um grito Pela Vida, no endereço: http://gritopelavida.blogspot.com.
Com informações da Rede Um Grito Pela Vida

Missa marca instalação oficial do Seminário Maior na Várzea




capelaUm novo endereço. Agora, de forma oficial. O Centro Arquidiocesano de Pastoral Dom Vital, no bairro da Várzea, Zona Oeste do Recife, passou a ser o lar de 60 seminaristas da Arquidiocese de Olinda e Recife e de padres responsáveis pela formação dos estudantes. Na próxima segunda-feira, 03 de agosto, o arcebispo metropolitano, dom Fernando Saburido, presidirá Missa na qual instalará oficialmente a residência e centro de estudos dos futuros sacerdotes. A celebração terá início às 9h na capela do novo seminário. A cerimônia marca também a abertura do 2º semestre do ano letivo de 2015.
A mudança ocorreu em caráter de urgência no dia 5 de junho após a Defesa Civil de Olinda interditar o Seminário Maior Nossa Senhora da Graça. A medida foi tomada após o órgão constatar problemas estruturais no imóvel. As visitas técnicas foram realizadas a pedido da arquidiocese por recomendação do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). O período coincidiu com as férias dos seminaristas, por conta disso, a instalação oficial foi agendada para o fim do recesso.
Antes da transferência dos alunos, o centro de pastoral abrigava cerca de 10 jovens do Seminário Menor Nossa Senhora da Conceição – ensino preparatório para os cursos de filosofia e teologia. Para a melhor acomodação de todos, dom Fernando decidiu deslocar o propedêutico para o Convento de Santo Antônio, na cidade de Igarassu, Região Metropolitana do Recife. A inauguração ocorreu no dia 09 de julho com Missa celebrada pelo arcebispo.
Restauro 
O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) autorizou a captação de pouco mais de R$ 3,7 mi através da Lei Rouanet para a execução dos projetos arquitetônicos de restauro. A portaria foi publicada nesta segunda-feira, 27 de julho, no Diário Oficial da União.

Missa de Instalação do Seminário Maior
Local: Centro Arquidiocesano de Pastoral Dom Vital
Av. Afonso Olindense, 1764 – Várzea – Recife
Dia: 03 de julho de 2015
Horário: 9h

SEMINÁRIO DE CURA E LIBERTAÇÃO


A fidelidade dos coroinhas malteses no serviço no Vaticano


Os coroinhas desempenham importante função nas celebrações. Na próxima terça-feira o Papa encontrará 10 mil deles no Vaticano
30/07/2015 18:54
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Cidade do Vaticano (RV) – Passaram-se mais de cinquenta anos desde que os primeiros coroinhas malteses chegaram a Roma para prestar serviço de verão na Basílica de São Pedro. Era 1965, o Concílio Vaticano II ainda não havia encerrado. Os jovens chegavam a participar de até oito missas por dia. Com o passar do tempo, tornaram-se jornalistas, médicos, advogados, sacerdotes, operários, professores. O que todos conservam, no entanto, é a recordação dos dias de verão passados em meio a correrias entre uma celebração e outra na Basílica e os passeios pela Cidade Eterna nas horas de descanso do serviço como Ministrantes.
Os coroinhas de então, junto a outros 36 que iniciam seu serviço neste período de verão europeu, encontraram-se em Roma para dois dias comemorativos. De fato, as atividades tiveram início na manhã desta quinta-feira (30) com a Missa presidida pelo Cardeal Arcipreste Angelo Comastri, na Capela do Coro da Basílica vaticana. Na homilia, o purpurado refletiu sobre o Capítulo 28 dos Atos doas Apóstolos, que narra a ida de Paulo a Malta. A passagem narra como os habitantes da ilha acolheram o apóstolo com “rara humanidade”. O Cardeal, a este propósito, observou como o povo maltês sempre esteve aberto em acolher o Evangelho, que durante dois séculos deu os seus frutos. Em particular, no campo vocacional, com tantos jovens que escolheram o sacerdócio ou a vida consagrada.
Durante um encontro com os coroinhas, o Delegado da Fábrica de São Pedro, Dom Vittorio Lanzani, destacou a fidelidades dos jovens malteses ao longo destes cinquenta anos no serviço desempenhado na Basílica de São Pedro. Também o ex-Reitor do pré-Seminário São Pio X, Enrico Radice, fez eco às palavras de Dom Lanzani, recordando como o Cardeal Wojtyla, cada vez que passava na Basílica, fizesse questão de saudar os coroinhas. Após se tornar Papa, se detinha em conversas com eles.
Dom Francis Bonnici, que introduziu os trabalhos, destacou a boa vontade e o esforço dos jovens que ainda antes de chegarem a Roma, seguem cursos preparatórios nas paróquias maltesas de proveniência. Dom Bruno Moneta, novo Reitor do pré-Seminário, explicou após como o ideal do Padre Giovanni Folci se manifesta no pré-Seminário, onde jovens do ensino médio e do segundo grau refletem sobre seu futuro à luz da Palavra de Deus. (JE/Osservatore Romano)


Frei Perry sobre o Perdão de Assis: levar ao mundo a misericórdia de Deus


Papa Francisco em oração na Porciúncula, em Assis - AFP
30/07/2015 16:58
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Assis (RV) - Teve início, nesta quinta-feira, o Tríduo de preparação para a solenidade do Perdão de Assis. Nestes dias, milhares de fiéis irão à Porciúncula para alcançar a Indulgência Plenária. A propósito, o colega Alberto Goroni ouviu o ministro geral da Ordem dos Frades Menores, Frei Michael Perry, que nos falou sobre a história do “Perdão” almejado por São Francisco:
Frei Michael Perry:- “Em primeiro lugar, devemos considerar o contexto em que São Francisco pediu esta graça. O contexto era de um mundo em guerra, em conflito, em que os ricos buscavam manter o poder; além disso, havia a guerra entre a França e a Alemanha, havia as Cruzadas na Terra Santa entre os cristãos e os muçulmanos; mas havia também conflitos no seio das famílias e também conflitos dentro da Igreja. Esse é o contexto que se deve ter em mente para entender melhor o significado desta Festa do Perdão de Assis. Vejamos a experiência de Francisco: numa noite de 1216 Francisco encontrava-se imerso na oração na Porciúncula, como sempre fazia; viu uma luz, uma luz muito forte. Francisco viu Cristo no do altar e à sua direita Nossa Senhora e os anjos, que lhe perguntaram o que desejava para a salvação das almas. A resposta imediata foi: “Embora eu seja mísero e pecador, peço-lhe que conceda amplo e generoso perdão”. Francisco pediu e recebeu do Papa Honório III, em 2 de agosto de 1216, essa graça de celebrar a Festa do Perdão na Basílica de Santa Maria dos Anjos. Em todas as paróquias franciscanas, em quaisquer lugar no mundo, é concedida a indulgência a quem se confessa, recebe a comunhão e reza pelo Papa. Creio que essa festa expresse o desejo de receber a graça da libertação interior e da libertação a nível relacional, a fim de que não sendo mais escravos do nosso passado e dos nossos limites humanos, possamos entrar no Reino dos filhos e das filhas de Deus. Creio que seja tornar-se, de certo modo, uma bênção e portadores da misericórdia espiritual e material rumo a toda a humanidade e também rumo a toda a Criação. A meu ver, esse é o significado desta Festa do Perdão de Assis.”
RV: Nestes dias da solenidade milhares de pessoas acorrem à Porciúncula para confessar-se. Hoje, como viver a confissão de modo maduro?
Frei Michael Perry:- “Em primeiro lugar, gostaria de dizer que há várias dimensões desta Confissão. Por primeiro, esse percurso começa a nível pessoal, portanto, a dimensão pessoal. Vemos que as pessoas buscam sempre a misericórdia de Deus na própria vida e, de certo modo, fazem uma confissão pessoal no coração, na profundidade de seu coração e da sua experiência humana. Esse é o primeiro passo rumo a uma vida reconciliada. Depois, há uma dimensão eclesial. A Igreja oferece sempre a possibilidade aos cristãos de se confessarem no Sacramento da Reconciliação. Portanto, a Igreja reconhece a dimensão social e sacramental do ato, ou melhor, do movimento interior da pessoa que quer aproximar-se novamente de Deus e que quer também receber essa graça do Sacramento da Reconciliação. Além disso, a Igreja serve como instrumento dessa graça através da Confissão. Em todas as partes do mundo os franciscanos verificam um aumento numérico de católicos que querem receber essa graça do Sacramento. De fato, estive dias atrás em Chicago e, antes disso, na Ásia, e senti que agora há mais cristãos em relação aos últimos 5, 10 anos, que estão retomando essa prática de ir confessar-se pedindo a bênção, o perdão e a possibilidade de retomar a própria vida. Porém, para isso é preciso também uma conversão madura. A Igreja deve formar os cristãos a superar a prática tradicional de confessar ou apresentar um elenco superficial de fatos, e buscar identificar as raízes de seus pecados, da experiência de viver como escravos. Ademais, creio que seria importante apresentar o Sacramento como uma verdadeira experiência de libertação, de conversão, de reconciliação, de alegria. E, por fim, ajudar os cristãos a fazerem aquilo que o Papa Francisco nos disse em sua convocação do Jubileu da Misericórdia, ou seja, confessar-se e depois agir e produzir os frutos da caridade e da justiça no mundo de hoje.”
RV: O Papa Francisco disse que este é o tempo da misericórdia. O que isso significa para a Igreja?
Frei Michael Perry:- “Todo o tempo da história da nossa vida é o tempo da misericórdia. Então, estamos realmente contentes que o Papa Francisco tenha convocado este Ano da Misericórdia. Parece-me, porém, segundo o que ele disse em diferentes lugares, que este tempo da misericórdia não é somente limitado a este ano de graça, a este Ano do Jubileu: o sentido deste tempo é tornar-se uma pessoa que viva da misericórdia de Deus e que partilhe essa misericórdia com todas as pessoas com as quais vivemos, que encontramos, e estender isso ao mundo. Tornar-se missionários da misericórdia e aprofundar essa experiência do perdão em nossa vida, sentir-se amados, acolhidos, abraçados por Deus, assim como o Filho pródigo. E, ademais, podemos tornar-nos sinal concreto para o mundo de hoje que está buscando essa reconciliação e essa misericórdia. De certo modo, esse me parece ser o sentido deste tempo da misericórdia.” (RL)


Jubileu da Misericórdia já tem calendário oficial. Confira


Detalhes da Porta Santa da Basílica de São Pedro - RV
30/07/2015 11:47
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Cidade do Vaticano (RV) – O calendário dos principais eventos do Jubileu da Misericórdia foi publicado esta quinta-feira (30/07).
No site dedicado ao evento, disponível também em português, é possível consultar todas as datas, começando com o dia 8 de dezembro de 2015, Solenidade da Imaculada Conceição, e abertura da Porta Santa da Basílica de São Pedro.
A Abertura da Porta Santa da Basílica de São João em Latrão e nas Catedrais do Mundo será feita alguns dias depois, em 13 de dezembro.
Já a abertura da Porta Santa da Basílica de Santa Maria Maior, será feita no primeiro dia do ano de 2016, único evento previsto para o mês de janeiro.
Em fevereiro, destaque para o Jubileu da Vida Consagrada e encerramento do Ano da Vida Consagrada, e o Jubileu da Cúria Romana.
No mês de abril, o Papa convocou o Jubileu dos adolescentes, de 13 a 16 anos, no Domingo de Páscoa.
Em junho, será a vez de os Doentes e as Pessoas com deficiência celebrarem o seu Jubileu. Os jovens o viverão em Cracóvia, na Polônia, na Jornada Mundial da Juventude, em julho.
Setembro será o mês dos catequistas. Outubro, o Jubileu Mariano. A novidade, em novembro, é oJubileu dos Presos, na Praça S. São Pedro, no dia 6.
No dia 13, haverá o Encerramento da Porta Santa nas Basílicas de Roma e nas Dioceses. E no dia 20, Solenidade de Nosso Senhor Jesus Cristo, Rei do Universo, o Encerramento da Porta Santa em São Pedro e conclusão do Jubileu da Misericórdia.
(BF)