Este blog tem como objetivo divulgar as atividades da Paróquia Nossa Senhora das Candeias - Av. Ulisses Montarroyos, 6375 Candeias 54460-280 Jab. dos Guararapes – PE Tel./Fax.: 3478.0162 Ereção: 25.03.1984 e Instalação: 25.08.1984 Pároco: Pe. Paulo Sérgio Vieira Leite E-mail: pascom.candeias@gmail.com secretariaparoquialcandeias@gmail.com
sexta-feira, 15 de março de 2013
Santo do dia
Luísa nasceu em 12 de agosto de 1591, filha natural de Luís de Marillac, senhor de Ferrières, aparentado com a nobreza francesa, cujas posses permitiram dar à filha uma infância tranqüila. A menina aos três anos foi para o Convento Real de Poissy, em Paris onde recebeu uma educação refinada, quer no plano espiritual, quer no humanístico.
Porém, seu pai morreu quando ela tinha treze anos, sem deixar herança e, felizmente, nem dívidas. Nessas circunstâncias Luísa foi tirada do Convento, pela tia Valença, pois os Marillac não se dispuseram custear mais sua formação. Ela desejava dedicar sua vida à Deus, para cuidar dos pobres e doentes, mas agora com a escassez financeira teria de esperar para atingir esse objetivo.
Durante dois anos viveu numa casa simples de moças custeando-se com trabalhos feitos em domicílio, especialmente bordados Ela tentou ingressar no mosteiro das capuchinhas das Filhas da Paixão que acabavam de chegar em Paris, mas foi rejeitada pela aparência de saúde débil, imprópria para a vida de mosteiro. Depois disso viu-se constrangida a aceitar um casamento que os tios lhe arranjara. Foi com Antonio de Gràs, que trabalhava como secretário da rainha. Com ele teve um filho, Miguel Antonio. Viveu feliz, pois o marido a respeitava e amava a família. E se orgulhava da esposa que nas horas vagas cuidava dos deveres de piedade, mortificando-se com jejuns freqüentes, visitando os pobres, os hospitais e os asilos confortando a todos com seu socorro. Até que ele próprio foi acometido por grave e longa enfermidade e ela passou a se dedicar primeiro à ele sem abandonar os demais. Mas com isso novamente os problemas financeiros voltaram.
Nesse período teve dois grandes conselheiros espirituais: Francisco de Sales e Vicente de Paulo, ambos depois declarados Santos pela Igreja. Foi graças à direção deles, que pôde superar e enfrentar os problemas que agitavam o seu cotidiano e a sua alma. Somente sua fé a manteve firme e graças à sua força, suplantou as adversidades, até o marido falecer, em 1625 e Miguel Antonio foi para o seminário.
Só então Luísa pôde dedicar-se totalmente aos pobres, doentes e velhos. Isso ocorreu porque Vicente de Paulo teve a iluminação de colocar-la à frente das Confrarias da Caridade, as quais fundara para socorrer as paróquias da França, e que vinham definhando. Vicente encarregou-a de visita-las, reorganiza-las, enfim dinamiza-las, e ela o fez durante anos.
Em 1634 Luísa, com ajuda e orientação de Vicente de Paulo, fundou a Congregação das Damas da Caridade, inicialmente com três senhoras da sociedade, mas esse núcleo se tornaria depois uma Congregação de Irmãs. Isso o porque serviço que estas Damas prestavam aos pobres era limitado pelos seus deveres familiares e sociais e pela falta de hábito aos trabalhos humildes e fatigantes. Era necessário colocar junto delas, pessoas generosas, livres e totalmente consagradas a Deus e aos pobres. Mas na Igreja não existiam porque a vida de consagração para as mulheres estava concebida apenas como vida de clausura. Então, Vicente e Luísa, em 1642 ousaram e, criam as Irmãs dos Pobres, as Filhas da Caridade, a quem foram confiados os doentes, os enjeitados, os velhos, os mendigos, os soldados feridos e os condenados às prisões.
Nascia um novo tipo de Irmã, com uma missão inédita para aqueles tempos: uma vida consagrada em dispersão pelos caminhos do sofrimento humano, assim estava criada a Congregação das Irmãs Filhas da Caridade, em 1642. Na qual Luísa fez os votos perpétuos, sendo consagrada pelo próprio Vicente de Paulo. A obra, sob a direção dela foi notável. Quando Paris foi assolada pela guerra e peste, em 1652, as Irmãs chegaram a atender quatorze mil pessoas, de todas as categorias sociais, sendo inclusive as primeiras Irmãs a serem requisitadas para o atendimento dos soldados feridos, nos campos de batalhas.
Luísa morreu em 15 de março de 1660. Foi beatificada em 1920, e canonizada pelo Papa Pio XI, em 1934. Suas relíquias repousam na Capela da Visitação da Casa Matriz das Irmãs da Caridade, em Paris, França. Santa Luísa de Marillac foi proclamada Padroeira das Obras Sociais e de todos os assistentes sociais, pelo Papa João XXIII, em 1960.
Porém, seu pai morreu quando ela tinha treze anos, sem deixar herança e, felizmente, nem dívidas. Nessas circunstâncias Luísa foi tirada do Convento, pela tia Valença, pois os Marillac não se dispuseram custear mais sua formação. Ela desejava dedicar sua vida à Deus, para cuidar dos pobres e doentes, mas agora com a escassez financeira teria de esperar para atingir esse objetivo.
Durante dois anos viveu numa casa simples de moças custeando-se com trabalhos feitos em domicílio, especialmente bordados Ela tentou ingressar no mosteiro das capuchinhas das Filhas da Paixão que acabavam de chegar em Paris, mas foi rejeitada pela aparência de saúde débil, imprópria para a vida de mosteiro. Depois disso viu-se constrangida a aceitar um casamento que os tios lhe arranjara. Foi com Antonio de Gràs, que trabalhava como secretário da rainha. Com ele teve um filho, Miguel Antonio. Viveu feliz, pois o marido a respeitava e amava a família. E se orgulhava da esposa que nas horas vagas cuidava dos deveres de piedade, mortificando-se com jejuns freqüentes, visitando os pobres, os hospitais e os asilos confortando a todos com seu socorro. Até que ele próprio foi acometido por grave e longa enfermidade e ela passou a se dedicar primeiro à ele sem abandonar os demais. Mas com isso novamente os problemas financeiros voltaram.
Nesse período teve dois grandes conselheiros espirituais: Francisco de Sales e Vicente de Paulo, ambos depois declarados Santos pela Igreja. Foi graças à direção deles, que pôde superar e enfrentar os problemas que agitavam o seu cotidiano e a sua alma. Somente sua fé a manteve firme e graças à sua força, suplantou as adversidades, até o marido falecer, em 1625 e Miguel Antonio foi para o seminário.
Só então Luísa pôde dedicar-se totalmente aos pobres, doentes e velhos. Isso ocorreu porque Vicente de Paulo teve a iluminação de colocar-la à frente das Confrarias da Caridade, as quais fundara para socorrer as paróquias da França, e que vinham definhando. Vicente encarregou-a de visita-las, reorganiza-las, enfim dinamiza-las, e ela o fez durante anos.
Em 1634 Luísa, com ajuda e orientação de Vicente de Paulo, fundou a Congregação das Damas da Caridade, inicialmente com três senhoras da sociedade, mas esse núcleo se tornaria depois uma Congregação de Irmãs. Isso o porque serviço que estas Damas prestavam aos pobres era limitado pelos seus deveres familiares e sociais e pela falta de hábito aos trabalhos humildes e fatigantes. Era necessário colocar junto delas, pessoas generosas, livres e totalmente consagradas a Deus e aos pobres. Mas na Igreja não existiam porque a vida de consagração para as mulheres estava concebida apenas como vida de clausura. Então, Vicente e Luísa, em 1642 ousaram e, criam as Irmãs dos Pobres, as Filhas da Caridade, a quem foram confiados os doentes, os enjeitados, os velhos, os mendigos, os soldados feridos e os condenados às prisões.
Nascia um novo tipo de Irmã, com uma missão inédita para aqueles tempos: uma vida consagrada em dispersão pelos caminhos do sofrimento humano, assim estava criada a Congregação das Irmãs Filhas da Caridade, em 1642. Na qual Luísa fez os votos perpétuos, sendo consagrada pelo próprio Vicente de Paulo. A obra, sob a direção dela foi notável. Quando Paris foi assolada pela guerra e peste, em 1652, as Irmãs chegaram a atender quatorze mil pessoas, de todas as categorias sociais, sendo inclusive as primeiras Irmãs a serem requisitadas para o atendimento dos soldados feridos, nos campos de batalhas.
Luísa morreu em 15 de março de 1660. Foi beatificada em 1920, e canonizada pelo Papa Pio XI, em 1934. Suas relíquias repousam na Capela da Visitação da Casa Matriz das Irmãs da Caridade, em Paris, França. Santa Luísa de Marillac foi proclamada Padroeira das Obras Sociais e de todos os assistentes sociais, pelo Papa João XXIII, em 1960.
Amou até o extremo
O tempo da Quaresma - que culmina com a paixão, morte e ressurreição de Jesus é o espaço privilegiado para nos imergir na realidade das dores de Cristo e no calvário da humanidade.
Ninguém, por mais dura que seja sua dor, pode dizer que está sofrendo sozinho.
Jesus se solidarizou com a dor humana até o extremo do sofrimento...
Ele personificou o sofrimento humano para carregar conosco as nossas cruzes.
Esta realidade marcou o caminho da libertação: Cristo, com sua morte rompeu os limites até da própria morte para nos trazer a luz da ressurreição.
Através das chagas abertas de Cristo, Deus derramou sobre nós sua vida, sua misericórdia, a fim de que cheguemos à vida nova nele.
Após duro sofrimento, humilhado ao extremo na sua humanidade, Jesus morreu pregado numa cruz...
Assim a misericórdia de Deus tornou-se nossa única segurança, e seu perdão generoso deu-nos a paz.
Ele não só perdoou a seus algozes, mas - ainda mais - desculpou-os:
"Pai, perdoa-lhes: eles não sabem o que fazem" (Lc 23, 34).
Por acaso, a fé cristã precisa de mais provas de quanto Deus nos ama?
Líderes anglicanos: "As mais calorosas boas-vindas ao Papa Francisco”
Londres, 14 mar (SIR) – A “mais calorosas boas-vindas” dos líderes anglicanos ao papa Francisco, 266º Pontífice da Igreja católica romana. “Sua eleição – afirma o arcebispo de Canterbury, Justin Welby – é também de grande importância para o mundo todo, e não por último para os Anglicanos.
Há bastante tempo reconhecemos e muitas vezes insistido que as nossas Igrejas ocupam um lugar especial uma para a outra. Estou cotando as horas para me encontrar com Papa Francisco e caminhar e trabalhar juntos para continuar no caminho traçado pelos nossos antecessores. Possa o amor de Cristo nos unir e fortalecer nosso serviço por um ecumenismo genuíno e frutuoso que pode ser uma bênção para o Corpo de Cristo em todo o mundo”.
O arcebispo Welby destaca o trabalho pastoral realizado pelo card. Bergoglio pelos “pobres na América Latina”, sua “simplicidade e santidade de vida”. Welby tomará oficialmente posse como arcebispo de Canterbury na quinta-feira 21 de março. “Começo – afirma – minha peregrinação de oração” rumo a este momento para a Igreja da Inglaterra e para a inteira comunhão anglicana e “papa Francisco – acrescenta Welby – estará muito presente em minhas orações, como o será nos próximos meses e anos”.
Saudações e votos de um ótimo futuro foram manifestados também pelo secretário geral da Comunhão anglicana Canon Kenneth Kearon: “Milhões de anglicanos do mundo todo se unirão a mim na oração pelo Papa Francisco e pelo seu futuro ministério”.
“Francisco é um homem de grande simplicidade e amor aos pobres”
![]() Na Quinta-Feira Santa (2012), Cardeal Bergoglio beija os pés de pessoas com deficiência e portadores do HIV. (Foto: ) |
Cidade do Vaticano, 14 mar (A12/CNBB) - Em breve entrevista concedida na manhã desta quinta-feira, 14 de março, à Rede Católica de Rádio, o presidente da CNBB, cardeal Raymundo Damasceno Assis, apresentou ao repórter André Costa suas primeiras impressões sobre o Papa Francisco.
Que impressão o senhor ficou de um Conclave tão breve?
Foi uma experiência singular para mim, pois foi a primeira experiência como cardeal participando de um Conclave. Um clima realmente interessante, de muita reflexão, de muita partilha, de muita oração e de muita liberdade e abertura ao Espírito Santo... E como sempre, o Espírito Santo, como afirmei muitas vezes, o Espírito sopra aonde quer, quando quer, como quer, de modo que tivemos essa grande e agradável surpresa da eleição do nosso novo papa: o papa Francisco.
Que características o senhor ressalta no novo papa Francisco?
Creio que o papa Francisco já traz suas características expressas no nome que ele escolheu, inspirado no santo de Assis. São Francisco, como nós sabemos, é um santo da pobreza, da simplicidade, da comunhão com todas as pessoas, e com a própria natureza... Aliás, é o patrono da ecologia. As marcas deste novo papa: o primeiro latino americano, um argentino, o primeiro a adotar este nome “Francisco”, o primeiro jesuíta... Mas creio que vai marcar o seu pontificado pela características de ser um verdadeiro pastor.
Um pastor que ama o seu povo, que está inteiramente voltado para o cuidado do seu povo, mas ao mesmo tempo aberto ao mundo, a todos os demais povos, com os que pertencem a uma outra religião... Ele terá este coração grande, aberto, à exemplo de São Francisco de Assis. Creio que esta espiritualidade certamente inspirará o novo papa, pela simplicidade, pelo diálogo, que serão suas marcas, como foram quando ele foi arcebispo de Buenos Aires: um homem de grande simplicidade, de grande amor aos pobres.
quinta-feira, 14 de março de 2013
INFORMATIVO
Todas as terceiras sextas-feiras de cada mês, a missa será celebrada no calçadão beira mar Candeias, nas proximidades dos restaurantes Jangadeiro e Du Maranhão, às 19h30, celebrada pelo Monsenhor Paulo Sérgio.
Amanhã 15, haverá confissões na Matriz das 08h30 às 11h30.
Evangelho do dia
Ano C - DIA 14/03
O Pai dá testemunho em favor do Filho - Jo 5,31-47
"Se eu dou testemunho de mim, o meu testemunho não é verdadeiro. Um outro é quem dá testemunho de mim, e eu sei que o testemunho que ele dá é verdadeiro. Vós mandastes perguntar a João, e ele deu testemunho da verdade. Ora, eu não recebo testemunho da parte de um ser humano, mas digo isso para a vossa salvação. João era a lâmpada que iluminava com sua chama ardente, e vós gostastes, por um tempo, de alegrar-vos com a sua luz. Mas eu tenho um testemunho maior que o de João: as obras que o Pai me concedeu realizar. As obras que eu faço dão testemunho de mim, pois mostram que o Pai me enviou. O Pai que me enviou dá testemunho a meu favor. Mas vós nunca ouvistes sua voz, nem vistes a sua face, e não tendes a sua palavra morando em vós, pois não acreditais naquele que ele enviou. Examinais as Escrituras, pensando ter nelas a vida eterna, e são elas que dão testemunho de mim. Vós não quereis vir a mim para terdes a vida! Eu não recebo glória que venha dos homens. Pelo contrário, eu vos conheço: não tendes em vós o amor de Deus. Eu vim em nome do meu Pai, e vós não me recebeis. Mas, se um outro viesse em seu próprio nome, a esse receberíeis. Como podereis acreditar, vós que recebeis glória uns dos outros e não buscais a glória que vem do Deus único? Não penseis que eu vos acusarei diante do Pai. Há alguém que vos acusa: Moisés, no qual colocais a vossa esperança. Se acreditásseis em Moisés, também acreditaríeis em mim, pois foi a meu respeito que ele escreveu. Mas, se não acreditais nos seus escritos, como podereis crer nas minhas palavras?"
Leitura Orante
Oração Inicial
Preparo-me para a Leitura Orante, rezando com todos os que navegam pela rede da internet:Espírito santificador,a ti consagro a minha vontade:
ajuda-me a dizer sim ao Projeto de Deus para a minha vida.
1- Leitura (Verdade)
- O que a Palavra diz?Leio com atenção, na Bíblia, o Evangelho de hoje: Jo 5,31-47.
Neste texto predomina a palavra testemunho. São três testemunhas:
1ª João Batista deu testemunho da verdade.
2ª O Pai dá testemunho de Jesus.
3ª As Sagradas Escrituras que dão testemunho de Jesus.
Essas três testemunhas a favor de Jesus foram recusadas pelas autoridades religiosas que utilizavam a religião e a Bíblia para manter seus privilégios e prestígio.
2- Meditação (Caminho)
- O que a Palavra diz para mim?Como me coloco diante destas testemunhas?
Acolho-as ou rejeito porque são exigentes suas propostas e prefiro os privilégios, a vida mais fácil, menos austera? Os bispos, em Aparecida, nos ajudaram a refletir sobre o tema de hoje: "Os cristãos precisam recomeçar a partir de Cristo, a partir da contemplação de quem nos revelou em seu mistério a plenitude do cumprimento da vocação humana e de seu sentido. Necessitamos nos fazer discípulos dóceis, para aprende d'Ele, em seu seguimento, a dignidade e a plenitude de vida. E necessitamos, ao mesmo tempo, que o zelo missionário nos consuma para levar ao coração da cultura de nosso tempo aquele sentido unitário e completo da vida humana que nem a ciência, nem a política, nem a economia nem os meios de comunicação poderão proporcionar. Em Cristo Palavra, Sabedoria de Deus (cf. 1 Cor 1,30), a cultura pode voltar a encontrar seu centro e sua profundidade, a partir de onde é possível olhar a realidade no conjunto de todos seus fatores, discernindo-os à luz do Evangelho e dando a cada um seu lugar e sua dimensão adequada." (DAp 41).
3- Oração (Vida)
- O que a Palavra me leva a dizer a Deus?Rezo com toda Igreja,
Oração oficial da CF 2013
Pai santo, vosso Filho Jesus,
conduzido pelo Espírito
e obediente à vossa vontade,
aceitou a cruz como prova de amor à humanidade.
Convertei-nos e, nos desafios deste mundo,
tornai-nos missionários
a serviço da juventude.
Para anunciar o Evangelho como projeto de vida,
enviai-nos, Senhor;
para ser presença geradora de fraternidade,
enviai-nos, Senhor;
para ser profetas em tempo de mudança,
enviai-nos, Senhor;
para promover a sociedade da não violência,
enviai-nos, Senhor;
para salvar a quem perdeu a esperança,
enviai-nos, Senhor;
para...
4- Contemplação (Vida e Missão)
Quero olhar o mundo, as pessoas, a vida com o olhar de Jesus, o coração de Jesus, seus gestos e palavras. Com minhas atitudes darei testemunho de Jesus.Bênção
- Deus nos abençoe e nos guarde. Amém.- Ele nos mostre a sua face e se compadeça de nós. Amém.
- Volte para nós o seu olhar e nos dê a sua paz. Amém.
- Abençoe-nos Deus misericordioso, Pai e Filho e Espírito Santo. Amém.
Assinar:
Postagens (Atom)
